Menor disponibilidade de crédito, maior incerteza em relação ao futuro e aumento no custo de manutenção do carro zero são três dos efeitos da crise que já causam impacto sobre o setor automotivo brasileiro.
Como resultado, o total de vendas e emplacamentos de automóveis novos caiu mais de 11% no mês de outubro, e modelos mais baratos, como o Fiat Mille, ganharam espaço -- o veterano compacto foi o segundo mais vendido no mês, segundo dados da Fenabrave divulgados nesta quarta-feira (5). O percentual exato da queda no mês que passou foi de 11,58% em relação a setembro, e representa um total de 29.438 unidades a menos no mercado -- também em relação a setembro. Em números absolutos, foram emplacados 224.744 automóveis e comerciais leves em outubro, contra 254.182 em setembro. Na comparação com outubro de 2007, a queda no total de automóveis novos no mercado foi de 3,36%, já que à época foram emplacados 232.550 veículos. Números negativos também na análise de todo o setor automotivo para o mês. Na contabilidade de toda a indústria -- somando automóveis e comeciais leves a caminhões, ônibus, implementos rodoviários agrícolas e motocicletas -- a queda em outubro foi de 13,81% em relação a setembro.
Veja o relatório completo da Fenabrave para outubro de 2008
Como resultado, o total de vendas e emplacamentos de automóveis novos caiu mais de 11% no mês de outubro, e modelos mais baratos, como o Fiat Mille, ganharam espaço -- o veterano compacto foi o segundo mais vendido no mês, segundo dados da Fenabrave divulgados nesta quarta-feira (5). O percentual exato da queda no mês que passou foi de 11,58% em relação a setembro, e representa um total de 29.438 unidades a menos no mercado -- também em relação a setembro. Em números absolutos, foram emplacados 224.744 automóveis e comerciais leves em outubro, contra 254.182 em setembro. Na comparação com outubro de 2007, a queda no total de automóveis novos no mercado foi de 3,36%, já que à época foram emplacados 232.550 veículos. Números negativos também na análise de todo o setor automotivo para o mês. Na contabilidade de toda a indústria -- somando automóveis e comeciais leves a caminhões, ônibus, implementos rodoviários agrícolas e motocicletas -- a queda em outubro foi de 13,81% em relação a setembro.Veja o relatório completo da Fenabrave para outubro de 2008
Impacto sobre os populares
O principal impacto da incerteza financeira está na venda dos modelos mais populares. O hatch Volkswagen Gol foi, como de costume, o veículo mais vendido no Brasil: 23.262 unidades emplacadas em outubro. A queda para o total de vendas do modelo em setembro, no entanto, chegou a 4.963 unidades (foram 28.225 unidades naquele mês).Já o Fiat Palio perdeu sua posição de rival direto do Gol ao vender 3.798 unidades a menos do que no mês anterior: com 12.820 unidades emplacadas em outubro, foi apenas o terceiro mais vendido no mês. A segunda colocação foi alcançada pelo Fiat Mille, justamente por ter perdido menos vendas no mês (a redução foi de "apenas" 1.113 unidades) e chegado ao total de 12.887 unidades. Na participação de cada montadora no mercado, a Fiat mantém a ponta com 24,75%, seguida pela VW (21,87%) e GM (21,10%). Mais atrás, Ford (9,55%), Renault (4,35%) e Honda (4,15%).Com tais números, os 10 modelos mais vendidos no Brasil no mês de outubro, na junção das categorias automóveis e veículos comerciais leves, foram:
É fato também que estamos longe do alto nível dos automóveis oferecidos por estas mesmas empresas na Europa e nos Estados Unidos, mas as fabricantes agora estão cientes que é hora de renovar produtos mais antiquados. Um bom exemplo está no utilitário Doblò, da Fiat, que deverá receber modificações visuais no ano que vem. Há anos reestilizado no Velho Continente, a multivan mineira só ganhará tais mudanças por conta dos retoques visuais realizados recentemente no Renault Kangoo, seu principal rival por aqui. Mas, de todo modo, é uma boa notícia para o mercado brasileiro.O modelo que você vê em nossa galeria foi flagrado por Leonardo Camargo nas avenidas de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, onde está situada a fábrica da Fiat (ela fica em Betim). Segundo nosso leito, havia um comboio de Sienas e Stradas tentando evitar que ele fotografasse o modelo, mas quem testa um automóvel nas movimentadas avenidas da capital mineira não parece estar pensando em escondê-lo. O mesmo aconteceu, recentemente, com modelos como Linea e Bravo, que ainda será lançado por aqui, além dos mais "antigos", como Punto e família Palio.
O fato de não esconder o veículo traz uma boa notícia para nós, afinal mostra um pouco da cara do modelo, apesar de todos os disfarces em pano preto. Os faróis ficaram maiores e não são mais divididos por uma peça plástica. Eles têm duplo refletor óptico e não trazem máscara negra. A grade tem boa área, mas não segue o estilo adotado nos novos Punto/Linea e linha Palio. O pára-choque também terá linhas mais suaves, para combinar com o restante da parte frontal. Além disso, capô e pára-lamas receberão mudanças leves para também se adaptarem ao estilo da dianteira.A traseira do Doblò traz menos mudanças. Caso se repita o que foi adotado no modelo europeu, ele terá lanternas com novo desenho, mais elegante. Mas se a solução for caseira, apenas o estilo dos elementos deve mudar. Na parte interna, ele não deve ter mudanças muito profundas.
Alguns tecidos do revestimento dos bancos e o grafismo do quadro de instrumentos podem ser modificados, bem como o nível de equipamentos, que poderá oferecer novos itens. Não se sabe se haverá melhora nos propulsores (1.4 e 1.8) oferecidos ou oferta da transmissão automatizada Dualogic. O retocado Doblò deve chegar ao mercado brasileiro somente no ano que vem.


Dos três, só o Mini não foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo.A Citroën chegou utilizar o C2 nas competições de rali internacional e o modelo não fez feio. A velocidade máxima do compacto é de 202 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h é de 8,3 s. A base do propulsor é um quatro cilindros em linha de exatos 1.587 cm³, o mesmo usado no Brasil, e a transmissão é manual de cinco velocidades.
Lá fora, existe a opção de um automático CVT. Quando o C2 foi lançado, em 2003 no Salão de Genebra, ele ganhou destaque pelas dimensões e design arrojado. A última atualização do automóvel, que usa a mesma plataforma do C3, ocorreu em 2005, também na Suíça.O C2 tem 2,31 m de entreeixos, 3,66 m de comprimento, 1,66 m de largura e 1,47 m de altura. Os pneus da série flagrada, a VTS, são de perfil esportivo: 195/45 R16.

No interior, o T-jet se destaca pelo painel, que tem uma faixa na cor da carroceria, e pelo grafismo dos instrumentos, mais esportivo que nos Punto normais. Os bancos também mudam, com abas mais pronunciadas para prender o corpo nas curvas. A pedaleira imita alumínio e o pomo do câmbio é mais encorpado. O T-jet será o modelo topo de linha do Punto, com preço ao redor dos R$ 65 mil. No lançamento do Linea, na pista da fazenda Capuava, no interior de São Paulo, pude acelerar o protótipo do Punto turbo e garanto: o carro anda na cola do Civic Si e do Golf GTI. E a suspensão 15% mais rígida garante estabilidade de sobra nas curvas. Quem curte esportivos de verdade (e não SS, R e GT’s da vida) vai gostar. E você, o que acha do Punto T-Jet?

O título de Utilitário Esportivo do Ano 2009 foi disputado entre Chevrolet Captiva, Honda CR-V, Ford Edge, Dodge Journey e Fiat Strada. E quem levou a melhor foi o modelo da GM. A nova geração do Audi A4 ganhou o título de Carro Premium do Ano 2009, concorrendo com Honda Accord V6, Jaguar XF, BMW M3 e Porsche 911. Já o BMW X6 disputou com Porsche Cayenne, Subaru Tribeca, Hyundai VeraCruz e foi considerado o Utilitário Esportivo Premium do Ano 2009.Na categoria Motor do Ano até 2.000 cm³, o Audi/VW 2.0 TFSI (A3/ A4/ TT/ Passat) desbancou o Chevrolet 1.4 Econo.Flex (Meriva/ Corsa/ Montana/ Prisma), Fiat 1.4 T-Jet (Linea), Honda 2.0 16VB i-VTEC (Civic Si) e Toyota 1.8 16V VVT-i (Corolla). Já entre os motores acima de 2.000 cm³, novamente o Audi/VW levou a melhor com o 3.2 V6 FSI (A4/ A6/ Q7/ Passat), que venceu o BMW 4.0c V8 (M3), Honda 3.5 V6 VCM (Accord), Mercedes 6.2 V8 (C63/S63 AMG) e Porsche 3.6 DFI (911).
O Carro do Ano da Autoesporte é escolhido com um júri formado por 47 jornalistas especializados de todo o país. Nas categorias de Motor do Ano, os concorrentes disputam a preferência de um grupo de cinco profissionais e entidades ligados às áreas de engenharia e tecnologia.
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Os pneus BF Goodrich All-Terrain TA/KO possuem a medida colossal 315/70 R17. A Raptor é movida por um motor V8 de três válvulas por cilindro e 5,4 litros, que produz 320 cavalos-vapor e 53,9 mkgf de torque - o regime de rotação para estes valores é desconhecido. De acordo com a Ford, um motor ainda mais potente, com 800cc a mais de deslocamento, estará disponível futuramente.
A carroceria é sete polegadas mais larga que a F-150 de série, e possui vários mimos, como uma grade exclusiva, saídas de ar funcionais no capô e adesivagem opcional. Segundo Derrick Kuzak, vice presidente do desenvolvimento de produtos da Ford, "A F-150 SVT Raptor é forte, veloz, agressiva, e construída tendo em mente o entusiasta pelo off-road".

O interior da dupla ganhou novos revestimentos, entre eles Alcantara, opcional para as versões mais caras junto com molduras nos mostradores do painel e saídas de ar. Outro equipamento que pode ser pedido à parte é o controle de estabilidade (ESP). O acesso para o porta-malas foi melhorado e um novo revestimento acústico foi instalado com o objetivo de diminuir o ruído ao rodar.Na mecânica, a gama de motores não passou por alterações. Estão disponíveis um 1.0 litro a gasolina de 68 cv (cavalos) de potência) e um turbodiesel 1.4 litros de 54 cv. O câmbio pode ser manual ou automatizado, sempre de cinco marchas.



Segundo a imprensa internacional, a montadora indiana dirá mais a respeito do carro no próximo dia 28 de dezembro, dia do 71º aniversário de Ratan Tata, proprietário da companhia.

O pára-brisa cresceu 10% e ficou ainda mais inclinado, o que possibilitou uma vigia dianteira também maior. Com o painel mais baixo e os encostos de cabeça escamoteáveis, a Honda afirma que a visibilidade é 30% maior do que a da primeira geração. Seguindo a tendência da indústria automobilística mundial, o Fit cresceu. Mede 3,90 metros de comprimento, 1,69 m de largura e 1,53 m de altura. Em relação à primeira geração, cresceu 5,5 centímetros no comprimento, 2 cm na largura, 1 cm na altura e 5 cm na distância entreeixos, que agora é de 2,50 metros. Este crescimento pode ser percebido no interior, que ficou ligeiramente mais espaçoso. O espaço para os ombros aumentou 4,4 cm na frente e 4,3 cm atrás. Para as pernas são mais 4 cm e, para a cabeça, o crescimento foi de 1 cm. Seu porta-malas leva 384 litros, apenas quatro a mais do que o antigo. O ganho de peso varia entre 25 e 86 quilos, de acordo com a motorização.O painel traz traços mais modernos, com várias reentrâncias, e o volante tem o mesmo desenho que o do Civic.
Conforme a versão pode ter controles de áudio e piloto automático. Já o ajuste de altura e profundidade é de série em toda a gama. Os mostradores são divididos em três e o velocímetro divide espaço com um computador de bordo, disponível para todas as versões com as funções de consumo instantâneo e médio em km/l, autonomia e hodômetros total e parcial.
A mais simples continua a ser a LX e traz ar-condicionado, direção com assistência elétrica, airbag duplo, computador de bordo, vidros, travas e espelhos retrovisores com acionamento elétrico, travamento automático da porta a 15 km/h, comando de abertura das portas integrado à chave, banco do motorista com regulagem de altura, cinto traseiro central de três pontos retrátil, rodas de alumínio de 15 polegadas com pneus 175/65, entre outros. O Fit intermediário é o LXL, que inclui freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e distribuição eletrônica (EBD) e CD Player com MP3 e entrada para fone de ouvido. O Fit EX tem os mesmos itens do LXL e mais ar-condicionado digital, piloto automático, acionamento automático do limpador traseiro quando engatada a marcha ré, bancos revestidos em veludo, CD Player com MP3 e entradas para fone de ouvido e USB, espelhos retrovisores com repetidores de direção e rodas de alumínio de 16 polegadas montadas em pneus 185/55. Há uma nova versão topo, a EXL, que adiciona revestimento em couro, faróis de neblina e borboletas atrás do volante para trocas de marcha seqüenciais (paddle-shift), quando equipado com câmbio automático.

