Nas imagens oficiais, vê-se, na verdade, uma mistura de Civic e Accord. Quanto a sua fabricação, que será na Argentina – mas a fábrica não ficou pronta, e o carro chega aqui apenas em setembro do ano que vem, e não em dezembro deste ano: são sete meses a mais de espera. Com bom porta-malas, de 506 litros, o preço deve ficar na casa dos R$ 55 mil, acima do novo Fit monovolume. Deve vir, de série, com ABS, air bag, CD...
Nem o painel, acima, é igual ao do Fit. O objetivo é desvincular um carro do outro, apesar de compartilharem plataforma e mecânicaSe a marca fizesse uma versão “pelada”, poderia competir numa faixa mais baixa de preços. Mas deve mirar diretamente no Polo Sedan que, equipado, sai por mais de R$ 50 mil, e nas versões “top de linha” de Siena, Fiesta e companhia. O motor será o novo 1.5 16V i-VTEC do monovolume, também flex, com potência de 116 cv (substitui o VTEC atual – a letra “i”, na frente, significa “inteligente” ). O uso do também novo 1.4 i-VTEC (que substitui o i-DSI), de 101 cv, é provável, mas não confirmado. O câmbio será manual ou automático de cinco velocidades – em alguns mercados com trocas no volante – e o CVT sai de linha. Por enquanto, aprecie as imagens oficiais da marca... Qualquer novidade, avisamos!



Até o atual momento, o principal interessado na compra do time é o grupo de invertimentos Dubai International Capital, os mesmos que manifestaram interesse na compra Super Aguri, que deixou a F1 no meio da temporada.A Petrobras, que no final desta temporada cortou o fornecimento de combustível para equipe Williams para trabalhar com a Honda, ainda não sabe como ficará sua situação na Fórmula 1. Outra equipe que também pode deixar a categoria é a Toyota. Com uma queda de 40% na venda de seus automóveis, a marca em breve deve divulgar seu futuro na F1.




Por isso é que, apesar de ele ser chamado de híbrido, preferimos defini-lo como um veículo elétrico.O motor a combustão só entra para carregar as baterias do Karma, não tomando parte nenhuma na propulsão do sedã. Inexplicável é a Fisker ter escolhido um motor Ecotec 2-litros turbo de 260 cv para carregar as baterias do sedã. O motivo para usar um motor tão forte não é muito claro. É possível que um motor menor desse conta do recado com menos gasto de combustível. Soa meio incoerente.O Karma se destina a um público muito sofisticado e, por isso, não deve sofrer muitas restrições orçamentárias para começar a ser vendido. Ele terá, por exemplo, apenas quatro lugares. Todos individuais: serão dois na frente e dois atrás. As rodas, de aro 22” de série, são um exemplo claro do que se pode esperar do Karma. Fora elas, haverá DVD individuais para os passageiros do banco de trás, navegador por GPS e outras utilidades eletrônicas.Todas as referências de tamanho do Karma se ligam a seus concorrentes diretos. Segundo a Fisker, ele tem altura próxima da de um Porsche 911, o comprimento de um Mercedes-Benz CLS e a largura de um BMW Série 7.
Pode parecer exagero comparar o desempenho de um modelo híbrido ao do mítico 911, mas o Karma acelerará de 0 a 100 km/h em menos de 6 s e sua velocidade máxima será de mais de 200 km/h. Nada mal para modelos que normalmente são considerados lentos.Outro mimo que a empresa reservará a seus clientes será a primeira tiragem do modelo. Os primeiros 99 Karma serão todos pintados na mesma cor do modelo exibido em Detroit neste ano, numerados e assinados pelo próprio Fisker. Se o carro, em si, já pode se tornar item de colecionador, numerado e assinado seu valor pode ir às alturas.Uma das coisas que facilitaram a vida da Fisker foi a sorte de contar com um sistema de propulsão pronto, o Q-Drive, criado pela empresa Quantum Technologies. Ele consiste de baterias de íons de lítio que podem tanto ser alimentadas pela rede de eletricidade das casas (quando postas para recarregar) quanto por um pequeno motor a combustão.
Outras fontes de energia elétrica para o carro são provenientes do teto com células fotoelétricas, que mantém o ar-condicionado funcionando com o Karma estacionado, e da frenagem regenerativa, que recupera parte da energia gasta nas paradas.Com isso, se a autonomia de 80 km for insuficiente para algum dos deslocamentos de seu proprietário, o motor a gasolina entra em funcionamento e recarrega as baterias. A vantagem em relação a usar este motor diretamente para impulsionar o sedã é que ele trabalha sempre com o melhor compromisso entre emissões e consumo. Com isso, o sedã Fisker poderá ter uma autonomia de até 1.000 km ou mais, dependendo do tamanho que o tanque do carro vai ter (ainda não divulgado). Esperemos por Detroit. Agora, com um pouco mais de motivos.


Por outro lado, a plataforma do novo veículo não é inteiramente nova, já que a Jaguar decidiu apenas modificar a plataforma inteiramente de alumínio para reutilizá-la sob o código X351, que fará sua estréia oficial no primeiro semestre de 2011, possivelmente no Salão de Genebra.Uma coisa é certa: Ian Callum admira, e muito, o desenho do Mercedes-Benz CLS, o primeiro cupê de quatro portas do mundo. Desse modo, é muito provável que o novo Jaguar XJ combinará a idéia de um veículo deste tipo com elementos de design tradicionais da marca britânica.


Para começar, a dianteira do Accord vendido nos EUA é a que aparece no novo veículo. Apesar de a maior parte deste veículo não ser para a produção em série, já que se trata de uma mula, a dianteira pode ser realmente a que vai entrar em linha quando o crossover chegar às lojas.Também podemos ver que há arcos nos pára-lama, disfarçados com fita adesiva da mesma cor da pintura da carroceria. Esses arcos indicam que as bitolas foram alargadas, ainda que levemente. Olhando diretamente para as rodas traseiras, fica evidente que alguns centímetros de aço e vidros foram adicionados à carroceria, o que sugere que a versão de produção em série será maior que a Accord Tourer. Este protótipo também tem maior vão livre do que o da perua e, ao vivo, lembra bastante a Audi allroad.Criado sobre a plataforma do Honda Accord, este novo crossover começará a ser produzido no último trimestre de 2009 em Marysville ou East Liberty.
Nossas fontes dizer para esperar um modelo conceitual para apresentar o novo Accord crossover no Salão de Detroit do ano que vem, mas a Honda já informou que não fará uma coletiva de imprensa no evento, o que torna quase inviável a apresentação de um carro-conceito ali. Mais certo será a apresentação ser feita em outra oportunidade, eventualmente até no Salão de Genebra.A idéia da Honda, com o novo crossover, é posicioná-lo entre o CR-V e o Pilot, que não é vendido oficialmente no Brasil. O concorrente direto do novo modelo da linha Accord é o Toyota Venza.Ainda não se sabe que motores serão usados, mas devem ser os mesmos usados atualmente pelo Accor norte-americano. O modelo em testes estava ao lado de um Acura RDX.
Também notamos que a mula acelerava muito bem, o que indica que o motor turbinado 2,3-litro de quatro cilindros do RDX pode estar sob o capô do novo veículo.O que podemos dizer com certeza sobre o novo crossover, que vem sendo chamado de Latitude, ainda que a Honda tenha deixado a patente deste nome expirar, é que ele terá tração integral permanente como opcional. Uma olhada atenta à última foto da galeria abaixo mostra (apesar de ela estar pequena demais) que há um diferencial traseiro na mula. Mais do que isso, é bem provável que seja o sistema VTM-4 AWD.
Este protótipo antecipa as linhas que terá a nova geração da picape média da Ford, que vai rodar o mundo e desembarcar inclusive em território nacional até o final de 2009. O visual bruto foi desenvolvido na Tailândia, mas conta com alguns toques do departamento de design da montadora na Austrália. A dianteira da picape é pra lá de robusta e incorpora a grade cromada composta por três barras, que já pode ser vista na nova geração do Fusion. Ao que tudo indica, ela se tornará um padrão nos próximos modelos da montadora norte-americana. Os faróis ganharão linhas mais arredondadas, se estendem pela lateral e lembram um pouco a nova Hilux. O capô ainda traz passagens de ar, como o novo pára-choque, que exibe protetores de plástico que imitam alumínio.
As lanternas ficaram um pouco maior e, ao menos no conceito, são do tipo cristal, com lente transparente. Acredita-se que até o meio do próximo ano a versão de produção seja revelada oficialmente. Depois disso, ela virá ao Brasil com fabricação na Argentina, semelhante ao que a montadora faz com o novo Focus

Primeiro, pelos ressaltos no capô, que parecem abrigar um espaço para o filtro de ar e a admissão do motor do novo carro. E isso não quer dizer que o motor é maior, só que vai montado numa posição diferente.
Sob a aparência de Celta, o que existe é toda a estrutura do próximo veículo da Chevrolet, inclusive os novos coxins de motor. Como o Celta é só uma capa, ele tem de se adaptar à “ossatura” do novo automóvel.Ainda não temos muitas informações sobre motorização nem sobre posição de mercado da nova picape. 
É possível que ela conviva com a Montana como uma opção mais cara e sofisticada. Em todo caso, o lançamento do novo veículo está previsto só para depois de 2010. O Viva, por sua vez, deve ser lançado no ano que vem. Até lá, esperamos ter mais fotos (do modelo verdadeiro, não da mula) e informações para vocês. 



A nova calibragem das suspensões deixou o sedã mais confortável e o manteve bem equilibrado. O silêncio a bordo também passou a ser ponto de destaque, assim como o consumo de combustível, que ficou baixíssimo. Pena a montadora não divulgar números. Em tempos de aquecimento global, é uma informação relevante.

No entanto, não podemos descartar sua comercialização em outros países emergentes, tradicionais apreciadores de sedãs compactos. Sua produção no Brasil, bem como a do hatch, ainda é incerta.
O interior segue a carroceria e chega sem mudanças profundas. O principal objetivo da Ford foi dar mais requinte. Para isso aplicou revestimentos mais refinados e inclui ar-condicionado digital. Os difusores de ar circulares do centro do painel foram substituídos por unidades retangulares. Os mostradores foram revistos e trazem iluminação com três opções de cores.A parte mecânica pouco mudou. A engenharia aprimorou a plataforma, baseada na série especial Bullit, considerada por muito o melhor Mustang da história em termos de comportamento dinâmico. O conjunto está mais rígido e a suspensão dianteira recebeu braços de alumínio e a traseira continua com o antigo eixo rígido. Os conjuntos de rodas são de 17, 18 ou 19 polegadas. O controle de estabilidade passa a ser de série em todas as versões.
Na GT, entretanto, ele dispõe do modo Sport, que é mais permissivo e entra em funcionamento mais tarde. O motor V8 de 4.6 litros sobe para 315 cv de potência e 44,9 kgfm de torque máximo, enquanto que na V6 4.0 continuam os 210 cv. As opções de câmbio são duas: manual ou automático, sempre com cinco velocidades. Na versão V8, a Ford usou a mesma solução do Focus ST e passa por dentro da cabine um duto associado ao escapamento para que o motorista possa escutar em alto e bom som o motor do carro.


