Depois de apresentá-la no Salão de São Paulo, em outubro, a Peugeot começa a vender no mercado brasileiro a versão Escapade da perua 207 SW. O modelo reestilizado mantém os mesmos apetrechos fora-de-estrada da sua antecessora 206. Seu preço inicial é de R$ 47.790.A 207 Escapade conserva as molduras laterais plásticas com recortes retos. A dianteira tem os mesmo traços do restante da linha, porém ganha faróis com máscara negra e um moldura prateada na borda inferior. A traseira tem lanternas fumê e as rodas de 14 polegadas com pneus de uso misto Pirelli A/T de medida 175/70 R14.
O interior tem novo painel, com saídas de ar em alumínio, mesmo material é utilizado nas maçanetas internas das portas, porta-luvas, manopla do câmbio, pedaleiras e soleiras dianteiras. Os mostradores dispõem de fundo branco com mostradores circulares com contorno cromado. Os bancos são revestidos com novo tecido, que leva o nome Escapade nos encostos dianteiros. Entre os equipamentos de série, a Escapade passa a contar com computador de bordo, sensores automáticos de farol e limpador do pára-brisa. Completam o pacote ar-condicionado com controle automático de temperatura, direção hidráulica e trio elétrico. Como itens opcionais, o modelo oferece freios ABS (anti-travamento), rodas de 15 polegadas calçadas em pneus lisos ou um pacote que combina os freios ABS com airbag frontal.
A suspensão da 207 Escapade traz novos amortecedores com o objetivo de privilegiar o conforto e o prazer em dirigir. O isolamento acústico foi aprimorado, pára-brisa mantas e espumas de isolamento nos componentes do interior. Forrações e revestimentos isolantes foram aplicados sobre a separação entre o compartimento do motor e o habitáculo e debaixo dos tapetes. Seu motor 1.6 16V Flex, com 113 cv a 5.600 rpm (álcool) e 110 cv, também a 5.600 rpm (gasolina), não muda.

Uma das razões do atraso para o carro virar realidade trata-se da inovadora suspensão hidro-pneumática para as quatro rodas dianteiras, que funcionam revezando-se para adaptar o carro melhor a diferentes tipos de terreno. Ferruccio ainda declara que as duas rodas extras servem como itens de segurança, pois garantem estabilidade caso um dos pneus fure (desde que seja um dos que estão na frente...), melhor frenagem em altas velocidades, mais resistência a aquaplanagens, além de contar com mais aderência e conforto. As duas rodas dianteiras são de 16", enquanto que as traseiras são de 20".
O Covini C6W que chegará às ruas terá motor Audi 4.2 V8 de 380 cv e 45.76 kgfm de torque, acoplado a uma transmissão manual de seis marchas. Segundo Covini, com esta motorização e pesando 1.150 kg, o excêntrico esportivo pode chegar a 300 km/h. Pelo menos ele tem dois pneus extras para queimar na largada.
O novo carro manterá o adesivo “GT3 RS" nas laterais, as rodas de cores chamativas, a faixa decorative, espelhos retrovisores em cores contrastantes, aerofólio traseiro parrudo e gaiola no interior do carro. A velocidade máxima do GT3 RS continuará em 311 km/h e ele acelerará de 0 a 100 km/h em cerca de 4 s, com um motor de 415 cv.
O Porsche 911 GT3 RS é um carro de alta performance construído pela Porsche desde 2003. Ele muitas vezes é confundido com o modelo de competição de mesmo nome, criado em 2001, baseado no 911 GT3-R de 2000. O RS (Rennsport, ou Motorsport, em inglês) é basicamente um GT3, ainda que seja mais leve devido ao uso de janela traseira de policarbonato e do capô e do aerofólio traseiro de fibra de carbono.
Os freios de cerâmica da Porsche, mais leves e resistentes à fadiga que os convencionais, são opcionais. Mecanicamente o GT3 e o GT3 RS são idênticos, compartilhando o mesmo motor de seis cilindros opostos (boxer) de 3,6 litros.

De acordo com o presidente mundial da Volkswagen, Martin Winterkorn, em reportagem à revista AutoCar, atingir níveis tão baixos de consumo e de emissões com o up! é difícil porque sua altura é elevada, assim como o seu peso e arrasto aerodinâmico.
A publicação inglesa coloca que o novo Volkswagen será equipado com um motor a gasolina de quatro cilindros em linha, com capacidade volumétrica de 1,2 litro, mas a grande sacada desta versão será a possibilidade de o propulsor trabalhar apenas com dois cilindros, conforme a necessidade do automóvel. Já a versão a diesel usará um 1,2-litro de três-cilindros com common-rail, mesma tecnologia que será empregada no novo Volkswagen Polo, acrescentou a AutoCar.
Para ficar ainda mais econômico, estarão disponíveis, nas duas versões de motores, sistema Stop-Start, freios regenerativos e pneus de baixa resistência. A idéia da VW é fabricar um automóvel que tenha uma média de emissões abaixo de 60g/km de CO2 e que faça pelo menos 50 km/l de gasolina.De acordo com a revista britânica, a VW também planeja criar uma versão totalmente elétrica deste novo compacto, com a utilização de baterias da marca japonesa Toshiba. De acordo com a reportagem da revista, esse concorrente do smart ED está em desenvolvimento em Isenbuettel, próxima a Wolfsburg.

Mais do que chegar à velocidade final, a maior curtição a bordo do modelo é sentir a aceleração progressiva e as respostas prontas do motor à solicitação feita no pedal direito
A diversão ao volante é reforçada pelo câmbio manual curtíssimo (e bem à mão) e pela tração traseira com diferencial autoblocante que, em conjunto com o controle de estabilidade e os pneus 245/45 R18, permite contornar curvas com máxima segurança, domando sua cavalaria.

Como informações não foram divulgadas oficialmente pela marca, detalhes de motorização ainda são um mistério. Porém, a imprensa internacional especula o lançamento de versões 1.8 turbocharger de 4 cilindros a gasolina e 2.2 turbodiesel de 204 cv. Na Alemanha, o modelo poderá ter também uma versão AMG com melhorias no atual motor 6.2 V8 de 550 cv, para competir melhor com o BMW Série 5, que ganhará nova edição no mesmo ano em que o Classe E.


O estilo, ainda que seja completamente inspirado (para não dizer copiado, mesmo) dos Morgan, a base mecânica e possivelmente estrutural é toda do Mazda MX-5 Miata, ele próprio uma homenagem aos roadsters britânicos, mas com personalidade suficiente para ser reconhecido em qualquer lugar do mundo como um legítimo produto japonês.Com isso, a capota do modelo se assemelha à do roadster da Mazda. É rígida, mas retrátril. Basta acionar um botão para que ela se recolha ao porta-malas.
Apertando-o de novo, ela volta a proteger os dois passageiros do Himiko.Como de costume, a Mitsuoka revela muito pouco sobre o carro. As vendas devem ser limitadas ao Japão. Até porque, fora do Japão, quem pode esperar deve continuar a preferir um Morgan original!




Mesmo com essa “retirada estratégica”, a marca continuará a inovar nos freios, usando no futuro Classe E um secador de discos molhados, para melhorar as frenagens, e controle de frenagem em curvas. Discos de cerâmica, opcionais, devem aparecer nos modelos AMG e, posteriormente, ser oferecidos nas versões mais baratas.A próxima geração do Classe E (essa sim uma verdadeira renovação, ao contrário do modelo atualmente à venda, chamado de “nova geração” apesar das mínimas alterações de desenho) deve incorporar os arcos de pára-lama ressaltados presentes no Classe S, a linha ascendente na lateral da carroceria, abaixo da linha dos puxadores das portas, pára-choques mais encorpados e teto de vidro. Uma grade dianteira mais esculpida e larga, tomadas de ar mais quadradas e perfil em cunha devem dar ao W212 um estilo mais esportivo.
A bem da verdade, os primeiros esboços do carro mostram uma certa afinidade com os esforços mais recentes da Lexus, como os faróis angulosos, o desenho da coluna C e as lanternas traseiras. Isso é, certamente, irônico, considerando que é notória a inspiração do Lexus LS nos Mercedes-Benz. Como o carro será lançado apenas de 2009, isso permite que o desenho seja ajustado quanto a isso.Ajuda ao motorista de um modo geral é o mote principal do W212.
Espere por avisos de mudança de faixa, um monitor de movimento dos olhos, para detectar sonolência, identificação de sinalização da estrada, sensores de condição da estrada e controle de estabilidade, o que não é bem novidade, mas o do Classe E será capaz de lidar com ventos laterais, mudanças de cambagem e de detectar as condições da banda de rodagem!Em termos de motorização, os tradicionais motores V6 e V8 devem se manter em oferta, além do V8 6,3-litros, aspirado, que rende mais de 500 cv e que equipará o E63 AMG.

A nova versão do R8, que será apresentada no próximo Salão de Detroit, em janeiro de 2009, vem com números de encher os olhos. Além dos 525 cv de potência, tem 530 Nm de torque e consegue ir de 0 a 100 km/h em 3,9 s. A velocidade máxima, segundo a Audi, é de 316 km/h.A tração, a exemplo dos Lamborghini, é nas quatro rodas, com uma distribuição de peso de 44% no eixo dianteiro e 56% no traseiro.
As rodas, de aro 19”, calçam pneus 235/35 R19 na dianteira e 295/30 R19 na traseira.Entre os opcionais que oferecerá, o R8 V10 tem freios de cerâmica de 380 mm na dianteira e 356 mm na traseira, bancos-concha, diversas opções de revestimento de couro e o sistema Audi Parking, com câmera traseira.Em relação ao irmão italiano, o R8 V10 tem a vantagem do preço mais baixo.
Enquanto um Lamborghini Gallardo LP560-4 custa algo na faixa dos 150 mil euros, o R8 V10 tem preço confirmado, na Alemanha, de 142,4 mil euros. É uma relação natural de valores. Apesar de o modelo alemão ter os mesmos elementos de DNA de um Gallardo, ele ostenta um emblema que incita menos paixões.

Pena é não sabermos se ele terá 6, 7 ou 8 marchas.Também podemos ver DRL (daytime running lights, os chamados faróis diurnos) de LEDs na parte inferior do conjunto óptico dianteiro. Também parece haver um conjunto de LEDs na parte superior.
Outro detalhe que sobressai no carro são os enormes discos de freio estriados do carro, que vão parar dois enormes pares de pneus Pirelli. Apesar dos rumores de este modelo ser o primeiro AMG, temos quase certeza de que, devido ao primeiro “Asa-de-Gaivota” ser um Mercedes-Benz, será a estrela de três pontas que reluzirá na grade dianteira do carro.O novo superesportivo deve ser apresentado no Salão de Genebra de 2010, com um número máximo de unidades por ano, durante um máximo de dois anos, não mais do que isso.
Comenta-se que seriam produzidos 6.000 SLC por ano, com um preço evidentemente altíssimo, dada a exclusividade do modelo (o SLR é vendido no Brasil por quase R$ 3 milhões). A potência deve ficar entre 550 cv e 650 cv, provenientes de um V8 sobrealimentado ou até de um V10, talvez o mesmo que a Mercedes-Benz utiliza na Fórmula 1, com algumas mudanças para ele ficar “mais manso”.

