08/12/2008

Audi R8 ganha motor V10 5.2- Litros e 525 cavalo do Gallardo

Quando a Audi passou a controlar a Lamborghini, era mais do que previsível que a interação entre elas geraria bons frutos. A marca italiana recuperou o vigor, se tornou conhecida por ser mais confiável e vem crescendo a olhos vistos. A Audi, por sua vez, criou pela primeira vez em sua história um superesportivo, o R8, mas com motor V8, de início, para não conflitar com a Lamborghini. Agora, já sem tantos conflitos em vista, a empresa alemã se permite usar no R8 o mesmo motor do Gallardo, um belo V10 de 5,2-litros e 525 cv.A nova versão do R8, que será apresentada no próximo Salão de Detroit, em janeiro de 2009, vem com números de encher os olhos. Além dos 525 cv de potência, tem 530 Nm de torque e consegue ir de 0 a 100 km/h em 3,9 s. A velocidade máxima, segundo a Audi, é de 316 km/h.A tração, a exemplo dos Lamborghini, é nas quatro rodas, com uma distribuição de peso de 44% no eixo dianteiro e 56% no traseiro. As rodas, de aro 19”, calçam pneus 235/35 R19 na dianteira e 295/30 R19 na traseira.Entre os opcionais que oferecerá, o R8 V10 tem freios de cerâmica de 380 mm na dianteira e 356 mm na traseira, bancos-concha, diversas opções de revestimento de couro e o sistema Audi Parking, com câmera traseira.Em relação ao irmão italiano, o R8 V10 tem a vantagem do preço mais baixo. Enquanto um Lamborghini Gallardo LP560-4 custa algo na faixa dos 150 mil euros, o R8 V10 tem preço confirmado, na Alemanha, de 142,4 mil euros. É uma relação natural de valores. Apesar de o modelo alemão ter os mesmos elementos de DNA de um Gallardo, ele ostenta um emblema que incita menos paixões.

FLAGRA: Novo "Asa-de-Gaivota"!!!

O próximo “Asa-de-Gaivota” vem sendo chamado de Mercedes-Benz SLC, mas nós esperamos por um nome diferente, possivelmente sob a marca AMG. Apesar de os detalhes ainda serem muito poucos, as borboletas de trocas de marcha prateadas são claramente visíveis atrás do volante. Pena é não sabermos se ele terá 6, 7 ou 8 marchas.Também podemos ver DRL (daytime running lights, os chamados faróis diurnos) de LEDs na parte inferior do conjunto óptico dianteiro. Também parece haver um conjunto de LEDs na parte superior.Outro detalhe que sobressai no carro são os enormes discos de freio estriados do carro, que vão parar dois enormes pares de pneus Pirelli. Apesar dos rumores de este modelo ser o primeiro AMG, temos quase certeza de que, devido ao primeiro “Asa-de-Gaivota” ser um Mercedes-Benz, será a estrela de três pontas que reluzirá na grade dianteira do carro.O novo superesportivo deve ser apresentado no Salão de Genebra de 2010, com um número máximo de unidades por ano, durante um máximo de dois anos, não mais do que isso. Comenta-se que seriam produzidos 6.000 SLC por ano, com um preço evidentemente altíssimo, dada a exclusividade do modelo (o SLR é vendido no Brasil por quase R$ 3 milhões). A potência deve ficar entre 550 cv e 650 cv, provenientes de um V8 sobrealimentado ou até de um V10, talvez o mesmo que a Mercedes-Benz utiliza na Fórmula 1, com algumas mudanças para ele ficar “mais manso”.

Honda City:o mini Civic!!!

Nas imagens oficiais, vê-se, na verdade, uma mistura de Civic e Accord. Quanto a sua fabricação, que será na Argentina – mas a fábrica não ficou pronta, e o carro chega aqui apenas em setembro do ano que vem, e não em dezembro deste ano: são sete meses a mais de espera. Com bom porta-malas, de 506 litros, o preço deve ficar na casa dos R$ 55 mil, acima do novo Fit monovolume. Deve vir, de série, com ABS, air bag, CD...
Nem o painel, acima, é igual ao do Fit. O objetivo é desvincular um carro do outro, apesar de compartilharem plataforma e mecânica
Se a marca fizesse uma versão “pelada”, poderia competir numa faixa mais baixa de preços. Mas deve mirar diretamente no Polo Sedan que, equipado, sai por mais de R$ 50 mil, e nas versões “top de linha” de Siena, Fiesta e companhia. O motor será o novo 1.5 16V i-VTEC do monovolume, também flex, com potência de 116 cv (substitui o VTEC atual – a letra “i”, na frente, significa “inteligente” ). O uso do também novo 1.4 i-VTEC (que substitui o i-DSI), de 101 cv, é provável, mas não confirmado. O câmbio será manual ou automático de cinco velocidades – em alguns mercados com trocas no volante – e o CVT sai de linha. Por enquanto, aprecie as imagens oficiais da marca... Qualquer novidade, avisamos!

Teste da Semana: Nissan Tiida!!!

Poucos carros dessa categoria, quando são lançados, monopolizam tanta atenção pelas ruas quanto o Tiida deste teste rápido. As pessoas seguiam o carro, paravam para perguntar a respeito, queriam nossa opinião, pediam para ver o Tiida por dentro e questionavam sobre o preço. Um furor. É difícil saber se isso é mérito do design arrojado do modelo ou da forte campanha publicitária da marca. O fato é que todo o sucesso desse novo Nissan é mais do que merecido.
Além das linhas modernas de sua carroceria, o carro é um típico japonês. Silencioso, robusto, bem acertado, correto e agradável de dirigir. Seu motor 1.8 de 124 cv, aliado ao câmbio manual de seis marchas que gerencia bem os 17,5 kgfm de torque, oferece uma tocada prazerosa tanto na cidade quanto nas estradas, e com um consumo contido. Engates precisos, suspensão equilibrada e espaço interno amplo e agradável completam a receita.
Mas nem tudo são flores. O Tiida tem, sim, alguns defeitos. Para começar, a ausência do sistema flex é quase imperdoável atualmente e, quando adquirido na versão básica (S), faltam alguns equipamentos básicos, como o assento traseiro deslizante. Sem ele, o porta-malas fica limitado a 289 litros. Pouco para um médio. Nessa versão SL, avaliada, o banco deslizante permite que a capacidade de carga suba para 463 litros, e o pacote bem completo de equipamentos deve agradar aos motoristas mais exigentes. Entre a versão automática de quatro marchas e a com câmbio manual, fique com a última. Você só tem a ganhar em economia de combustível e, principalmente, melhor desempenho.

Honda deixa a F1!!!

A crise econômica mundial que tanto atormenta as montadoras acaba de fazer sua primeira vítima na Fórmula 1. Takeo Fukui, presidente da Honda, anunciou hoje a saída de sua escuderia da categoria máxima do automobilismo, onde atua desde 1964. No entanto, a equipe liderada por Nick Fry e Ross Brawn segue com atividades de desenvolvimento dos novos carros até março de 2009. Se até o final deste período não houver nenhum comprador a escuderia fecha seus boxes e deixa a F1 com apenas 18 carros. Com pífios 20 pontos conquistados em dois anos e um investimento de mais de US$ 400 milhões somente este ano, a empresa vinha sofrendo pressões por parte dos acionistas, que cobravam uma performance melhor da equipe. A saída do time, além de desfalcar o grid da F1, prejudica diretamente dois brasileiros que galgavam uma vaga no time: o veterano Rubens Barrichello, com situação ainda incerta, e o novato Bruno Senna, ainda em fase de testes para ingresso na categoria.
A Honda também afirmou que não fornecerá motores para nenhuma equipe. Caso seja adquirada, a equipe japonesa poderá utilizar motores Ferrari, uma vez que a fábrica de Maranello deixou de fornecer propulsores para a Force India. Até o atual momento, o principal interessado na compra do time é o grupo de invertimentos Dubai International Capital, os mesmos que manifestaram interesse na compra Super Aguri, que deixou a F1 no meio da temporada.A Petrobras, que no final desta temporada cortou o fornecimento de combustível para equipe Williams para trabalhar com a Honda, ainda não sabe como ficará sua situação na Fórmula 1. Outra equipe que também pode deixar a categoria é a Toyota. Com uma queda de 40% na venda de seus automóveis, a marca em breve deve divulgar seu futuro na F1.

Presidente da Fiat diz que precisa de parcerias!!!

A crise mundial também ameaça o futuro das montadoras européias. Após ter registrado o melhor trimestre de sua história em outubro, a Fiat também sente os efeitos do momento turbulento pelo qual passa a indústria automotiva.
Em entrevista à agência Automotive News, o presidente da montadora, Sergio Marchionne, afirmou que a empresa precisa encontrar um parceiro forte com urgência caso queira resistir à recessão.
“É necessário produzirmos de 5,5 milhões a 6 milhões de carros por ano para fazermos dinheiro, e não estamos nem na metade disso. Por isso, precisamos buscar um parceiro de uma maneira ou outra”, declarou.
Apesar de dizer que as alianças firmadas pelos italianos com outras montadoras – como a indiana Tata Motors – foram acertadas, o executivo ressaltou que a Fiat precisa mudar sua postura urgentemente.
“A Fiat está olhando para este novo mundo e dizendo a si mesma que será uma empresa secundária se não agir. Ser independente neste negócio não é mais uma idéia concebível. Não podemos mais continuar trabalhando por conta própria”, finalizou

02/12/2008

Renault aprentou o seu sedã Symbol na Argentina

Em 22 de dezembro é o dia escolhido pela Renault Argentina para o lançamento local da Symbol, mas os concessionários já tomaram esta segunda-feira o primeiro contato com esse sedan produzido em Santa Isabel, Cordoba e hoje ele exibe Coisas Car em primeiro lugar. Graças ao nosso informante, que nos enviaram as fotos que ilustram este post, podemos ver alguns detalhes deste novo produto para os mercados emergentes, e que mais cedo ou mais tarde, vai ocupar o lugar do antigo Mégane, que ainda é vendido lá.
Aqueles presentes no Sheraton Pilar primeiro destacou a boa qualidade dos postos de Symbol e, em seguida, o conforto de marcha e no insondável. Concessionárias, que estavam descontentes com os mais recentes produtos da marca (leia Logan e Sandero) não escondeu o seu entusiasmo com a Symbol, que aceitou de bom augúrio.
O Symbol o estará disponíveis em três versões: Pack, Confort e Luxe e começar a ATES pré-natal, mas compreendem apenas versões Confort e Luxe. O Pack só veio em março com um preço interessante: $ 50.000 arrancado em uma equipe que inclui ar condicionado, direção hidráulica, estéreo com CD e MP3 e airbags para motorista. O motor desta versão mais básica será o 1.6 litros 8 válvulas a gasolina e 90 cv (a mesma base do Logan). O Pack Conforto e versões vêm com motores a gasolina de 1,6 litros, 16 válvulas de 110 cv (o mesmo que o Mégane I) e diesel 1.5 dCi 65 cv (o mesmo que o Sandero e do Clio).

FLAGRA:Fisker Karma!!!

Sinal dos tempos. Detroit pode se tornar o cemitério de muitas marcas, mas também pode ser o local de nascimento de uma nova indústria automobilística, mais eficiente e comprometida com o bem-estar ambiental. Tanto é assim que o Salão de Detroit será o local de apresentação oficial da versão de produção do Fisker Karma, o primeiro veículo elétrico de propulsão estendida do mundo.Essa primazia poderia ser do Chevrolet Volt, mas ele está prometido para 2010. Já o Karma está confirmado para o final de 2009. Ainda mais agora, que a Fisker fechou contrato com a Valmet, na Finlândia, para a produção do sedã, que deve ser de 15 mil unidades anuais.Com preço inicial de US$ 87,9 mil, o Karma pode ter suas baterias de íons de lítio carregadas em tomadas comuns de 110V, o que vem sendo chamado pelas fabricantes de “híbrido plug-in”. Contando apenas com a recarga em tomadas, o sedã pode percorrer até 80 km por dia, distância mais do que suficiente para os deslocamentos da maioria das pessoas. Por isso é que, apesar de ele ser chamado de híbrido, preferimos defini-lo como um veículo elétrico.O motor a combustão só entra para carregar as baterias do Karma, não tomando parte nenhuma na propulsão do sedã. Inexplicável é a Fisker ter escolhido um motor Ecotec 2-litros turbo de 260 cv para carregar as baterias do sedã. O motivo para usar um motor tão forte não é muito claro. É possível que um motor menor desse conta do recado com menos gasto de combustível. Soa meio incoerente.O Karma se destina a um público muito sofisticado e, por isso, não deve sofrer muitas restrições orçamentárias para começar a ser vendido. Ele terá, por exemplo, apenas quatro lugares. Todos individuais: serão dois na frente e dois atrás. As rodas, de aro 22” de série, são um exemplo claro do que se pode esperar do Karma. Fora elas, haverá DVD individuais para os passageiros do banco de trás, navegador por GPS e outras utilidades eletrônicas.Todas as referências de tamanho do Karma se ligam a seus concorrentes diretos. Segundo a Fisker, ele tem altura próxima da de um Porsche 911, o comprimento de um Mercedes-Benz CLS e a largura de um BMW Série 7.Pode parecer exagero comparar o desempenho de um modelo híbrido ao do mítico 911, mas o Karma acelerará de 0 a 100 km/h em menos de 6 s e sua velocidade máxima será de mais de 200 km/h. Nada mal para modelos que normalmente são considerados lentos.Outro mimo que a empresa reservará a seus clientes será a primeira tiragem do modelo. Os primeiros 99 Karma serão todos pintados na mesma cor do modelo exibido em Detroit neste ano, numerados e assinados pelo próprio Fisker. Se o carro, em si, já pode se tornar item de colecionador, numerado e assinado seu valor pode ir às alturas.Uma das coisas que facilitaram a vida da Fisker foi a sorte de contar com um sistema de propulsão pronto, o Q-Drive, criado pela empresa Quantum Technologies. Ele consiste de baterias de íons de lítio que podem tanto ser alimentadas pela rede de eletricidade das casas (quando postas para recarregar) quanto por um pequeno motor a combustão.Outras fontes de energia elétrica para o carro são provenientes do teto com células fotoelétricas, que mantém o ar-condicionado funcionando com o Karma estacionado, e da frenagem regenerativa, que recupera parte da energia gasta nas paradas.Com isso, se a autonomia de 80 km for insuficiente para algum dos deslocamentos de seu proprietário, o motor a gasolina entra em funcionamento e recarrega as baterias. A vantagem em relação a usar este motor diretamente para impulsionar o sedã é que ele trabalha sempre com o melhor compromisso entre emissões e consumo. Com isso, o sedã Fisker poderá ter uma autonomia de até 1.000 km ou mais, dependendo do tamanho que o tanque do carro vai ter (ainda não divulgado). Esperemos por Detroit. Agora, com um pouco mais de motivos.

01/12/2008

FLAGRA:Jaguar prepara o XJ para se tornar radicalmente moderno

Você não pode ver isso nas imagens deste protótipo altamente camuflado, mas o desenho do novo Jaguar XJ foi confirmado como o mais radical de toda a história do automóvel e ainda mais ousado do que o do já belíssimo XF. De acordo com o chefe de design da Jaguar, Ian Callum, a razão para essa mudança é justamente o fato de o XJ vender consideravelmente menos do que o novo sedã médio grande da marca.Não importa muito o que isso queira dizer, só que o que você vê nessas imagens é, sim, o novo XJ, disfarçado de um modo que nunca vimos nenhum Jaguar ser disfarçado. Mais parece um tanque de guerra...Por outro lado, a plataforma do novo veículo não é inteiramente nova, já que a Jaguar decidiu apenas modificar a plataforma inteiramente de alumínio para reutilizá-la sob o código X351, que fará sua estréia oficial no primeiro semestre de 2011, possivelmente no Salão de Genebra.Uma coisa é certa: Ian Callum admira, e muito, o desenho do Mercedes-Benz CLS, o primeiro cupê de quatro portas do mundo. Desse modo, é muito provável que o novo Jaguar XJ combinará a idéia de um veículo deste tipo com elementos de design tradicionais da marca britânica.

FLAGRA:Honda Latitude!!!

As primeiras neves de Michigan, nos EUA, trouxeram também as primeiras imagens, quase sem disfarces, do mais novo modelo crossover da Honda! Um modelo deste tipo baseado no Accord já vem sendo comentado há algum tempo e estas imagens são a primeira prova de que o projeto recebeu a luz verde.Numa primeira olhada, este veículo pode não parecer nada mais do que o Honda Accord Tourer europeu, mas uma inspeção mais cautelosa mostra que não é este o caso. Para começar, a dianteira do Accord vendido nos EUA é a que aparece no novo veículo. Apesar de a maior parte deste veículo não ser para a produção em série, já que se trata de uma mula, a dianteira pode ser realmente a que vai entrar em linha quando o crossover chegar às lojas.Também podemos ver que há arcos nos pára-lama, disfarçados com fita adesiva da mesma cor da pintura da carroceria. Esses arcos indicam que as bitolas foram alargadas, ainda que levemente. Olhando diretamente para as rodas traseiras, fica evidente que alguns centímetros de aço e vidros foram adicionados à carroceria, o que sugere que a versão de produção em série será maior que a Accord Tourer. Este protótipo também tem maior vão livre do que o da perua e, ao vivo, lembra bastante a Audi allroad.Criado sobre a plataforma do Honda Accord, este novo crossover começará a ser produzido no último trimestre de 2009 em Marysville ou East Liberty. Nossas fontes dizer para esperar um modelo conceitual para apresentar o novo Accord crossover no Salão de Detroit do ano que vem, mas a Honda já informou que não fará uma coletiva de imprensa no evento, o que torna quase inviável a apresentação de um carro-conceito ali. Mais certo será a apresentação ser feita em outra oportunidade, eventualmente até no Salão de Genebra.A idéia da Honda, com o novo crossover, é posicioná-lo entre o CR-V e o Pilot, que não é vendido oficialmente no Brasil. O concorrente direto do novo modelo da linha Accord é o Toyota Venza.Ainda não se sabe que motores serão usados, mas devem ser os mesmos usados atualmente pelo Accor norte-americano. O modelo em testes estava ao lado de um Acura RDX. Também notamos que a mula acelerava muito bem, o que indica que o motor turbinado 2,3-litro de quatro cilindros do RDX pode estar sob o capô do novo veículo.O que podemos dizer com certeza sobre o novo crossover, que vem sendo chamado de Latitude, ainda que a Honda tenha deixado a patente deste nome expirar, é que ele terá tração integral permanente como opcional. Uma olhada atenta à última foto da galeria abaixo mostra (apesar de ela estar pequena demais) que há um diferencial traseiro na mula. Mais do que isso, é bem provável que seja o sistema VTM-4 AWD.

Ford apresenta a Ranger Max: mostra o futuro da nossa Ranger?

Atente-se ao visual desta picape, pois você vai se lembrar dela quando a nova geração da Ford Ranger chegar ao mercado brasileiro. O conceito mostrado nas imagens se chama Ranger Max e será apresentado no Salão da Tailândia. Este protótipo antecipa as linhas que terá a nova geração da picape média da Ford, que vai rodar o mundo e desembarcar inclusive em território nacional até o final de 2009. O visual bruto foi desenvolvido na Tailândia, mas conta com alguns toques do departamento de design da montadora na Austrália. A dianteira da picape é pra lá de robusta e incorpora a grade cromada composta por três barras, que já pode ser vista na nova geração do Fusion. Ao que tudo indica, ela se tornará um padrão nos próximos modelos da montadora norte-americana. Os faróis ganharão linhas mais arredondadas, se estendem pela lateral e lembram um pouco a nova Hilux. O capô ainda traz passagens de ar, como o novo pára-choque, que exibe protetores de plástico que imitam alumínio.Os pára-lamas se destacam na lateral por serem bem avantajados. Eles também possuem apliques de plástico, porém, na cor preta. As rodas mostram face cromada e calçam pneus off-road da BF Goodrich. Por sua vez, a traseira não é tão arrojada quanto a dianteira. O destaque fica por conta do protetor de caçamba, que é pintado na mesma cor do carro e incorpora um santantônio próximo ao vidro traseiro. As lanternas ficaram um pouco maior e, ao menos no conceito, são do tipo cristal, com lente transparente. Acredita-se que até o meio do próximo ano a versão de produção seja revelada oficialmente. Depois disso, ela virá ao Brasil com fabricação na Argentina, semelhante ao que a montadora faz com o novo Focus.

24/11/2008

FLAGRA: Pick-up Celta ou Viva???

Considerado o sucessor do atual Corsa, o Viva dará origem a um sedã e a uma picape, além de um utilitário esportivo pequeno, nos moldes do Ford EcoSport. É a picape que você não consegue enxergar sob a capa de Montana e Celta.Pode haver quem acredite que esta é uma picape Celta, mas isso não faria sentido. Primeiro, pelos ressaltos no capô, que parecem abrigar um espaço para o filtro de ar e a admissão do motor do novo carro. E isso não quer dizer que o motor é maior, só que vai montado numa posição diferente.Sob a aparência de Celta, o que existe é toda a estrutura do próximo veículo da Chevrolet, inclusive os novos coxins de motor. Como o Celta é só uma capa, ele tem de se adaptar à “ossatura” do novo automóvel.Ainda não temos muitas informações sobre motorização nem sobre posição de mercado da nova picape. É possível que ela conviva com a Montana como uma opção mais cara e sofisticada. Em todo caso, o lançamento do novo veículo está previsto só para depois de 2010. O Viva, por sua vez, deve ser lançado no ano que vem. Até lá, esperamos ter mais fotos (do modelo verdadeiro, não da mula) e informações para vocês.
E para isso contamos com sua ajuda.Se você, leitor, conseguir flagrar qualquer novidade antes que ela seja oficialmente lançada, não hesite em entrar em contato pelo e-mail macarros@gmail.com.

18/11/2008

Teste da Semana: Novo Corolla!

Quem esperava mudanças extremas no novo Corolla deve ter se decepcionado. Mas acredite, as mudanças, apesar de parecerem tímidas, foram grandes e bem estudadas. A 10ª geração do sedã (a terceira fabricada no Brasil) mudou onde tinha que mudar. Nem mais, nem menos.
Mantendo a plataforma e sem alterar o entreeixos, a marca conseguiu aproveitar melhor o espaço interno, deixando o carro mais confortável e aconchegante. Para quem vai atrás, há mais espaço para os ombros, para as pernas e o assoalho (quase plano) facilitou a vida do quinto passageiro. Além disso, enquanto o Civic diminuiu o porta-malas, o Corolla tratou de aumentá- lo, de 437 para 470 litros.

Fugiu da radicalidade do concorrente e foi fiel ao seu consumidor que quer um carro belo, atualizado, confortável, mas discreto em meio ao trânsito.
Na versão manual avaliada, mais surpresas positivas. O câmbio, que tinhas engates problemáticos, está bem mais preciso e o controle eletrônico deixou as respostas do acelerador mais dóceis. Em suma, o carro parece mais leve, mais prazeroso de guiar e mais preparado para enfrentar a concorrência, que cresceu com a chegada de Linea e Focus Sedan. A nova calibragem das suspensões deixou o sedã mais confortável e o manteve bem equilibrado. O silêncio a bordo também passou a ser ponto de destaque, assim como o consumo de combustível, que ficou baixíssimo. Pena a montadora não divulgar números. Em tempos de aquecimento global, é uma informação relevante.